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  • POLICE KILLING

    A movie by Natasha Neri and Lula Carvalho.

    - TRAILER -

    Winner - Best Doc @ It's all true Festival 2018

     

    Selected to FrontLight show @ IDFA (International Documentary Film Festival of Amsterdam)

     

    Indicated to Humans RIghts Awards @ IDFA

     

    Qualified to Oscar 2019

    A movie by NATASHA NERI e LULA CARVALHO

    Press contact: arthousebr@gmail.com or lia.gandelman@gmail.com

  • SINOPSIS

    POLICE KILLING is a documentary about homicides committed by on duty police officers in Rio de Janeiro, in situations initially considered as legitimate self-defense. The dead person is accused of being a drug dealer and having fired against the police.

     

    However, the officers' account is confronted by the emergence of videos and the fight of mothers who try to prove their sons were innocent. The film portrays the clash of versions in court hearings, the backstage of police investigations and the State Parliamentary Inquiry Committee established to investigate the high rates of homicides during police operations.

  • ARGUMENT AND SCRIPT

    Natasha Neri

    Juliana Farias

     

    EXECUTIVE PRODUCTION

    Lia Gandelman

    Joana Nin

     

    ASSISTANT DIRECTOR

    Leo Nabuco

    Juliana Farias

     

    CINEMATOGRAPHY

    Lula Carvalho ASC, ABC

    Pedro von Krüger

     

     

    ADDITIONAL CINEMATOGRAPHY

    Pablo Baião

    Breno Cunha

    David Pacheco

    Jefferson Vasconcellos

     

    PRODUCTION MANAGER

    Bruno Arthur

     

    FILM EDITING

    Marilia Moraes, edt.

     

    MUSIC

    Alberto Continentino

     

    CAMERA OPERATOR

    Lula Carvalho

    Leo Nabuco

    Pedro von Krüger

    Jefferson Vasconcelos

    David Pacheco

    Pablo Baião

    Breno Cunha

    Bacco Andrade

    Guga Millet

    Wanessa Malta

    Walter Carvalho

    Ilya Yamazaki

    Tomás Camargo

     

    CAMERA ASSISTANT/ LOGGER

    Sérgio Satierf

    Nicolau Saldanha

    Wanessa Malta

    Tomás Camargo

    Márcio Rodrigues

    Flávio Gusmão

    Lázaro Domingues

    Michele Diniz

    Rafaela Chami

     

    SOUND

    Pedro Sá Earp

    Marcelo Noronha

     

    ADDITIONAL SOUND

    Altyr Pereira

    Daniel Martins

    Heron Alencar

    Luiz Murillo

    Uerlem Queiroz

     

    SOUNDTRACK MIXER

    Renato Godoy

     

    SAX PLAYER - IN THE MUSIC “BURIAL”

    Jorge Contentino

     

    PRODUCTION ASSISTANT

    Pilar Salinas

     

    EDITING ASSISTANT

    Vicente Oliveira

    Felipe Bibian

    Felipe Cardoso

     

    POST-PRODUCTION SUPERVISOR

    Juca Díaz

     

    POST-PRODUCTION MANAGER

    Gabriela Ruffino

     

    SOUND EDITING AND MIXER

    Denilson Campos

     

    SOUND EDITING ASSISTANT

    João Jabace

     

    COLORIST

    Hebert Marmo

     

    GRAPHIC DESIGN

    Rachel Gepp

    LUVA

     

    MOTION DESIGN

    LUVA

     

    CONTROLLER

    Jacqueline de Barros

     

     

    PROGRAMMING DIRECTION CURTA! CHANNEL

    Bibiana de Sá

    Julio Worcman

     

    CURATORSHIP CURTA! CHANNEL

    Ana Paula Mansur

    Camila Lamha

    Daniela Nigri

    Eduardo Fradkin

    Marina Kezen

     

    SALES COORDINATION CURTA! CHANNEL

    Fernanda Tamara

     

    PRODUCTION MANAGEMENT

    Mariana Seivalos

     

    DRIVERS

    Lucio Freitas

    Lobão

    Reinaldo

    Albino

     

    SUPPLIERS

    Lox Camera

    Simbora

     

     

    Production

    KINOFILME

     

    Coproduction

     

    COM DOMÍNIO

     

     

    CANAL CURTA!

     

     

    RIOFILME

  • "AUTO DE RESISTÊNCIA"

    É uma classificação rotineiramente utilizada para se evitar que os policiais sejam responsabilizados pelos homicídios, já que eles alegam ter atirado em legítima defesa.
     

    O problema é que ninguém tem o direito de tirar uma vida com base apenas na chamada "resistência à prisão".

     

    Hoje essas mortes são denominadas "mortes em decorrência de ação policial", e continuam sendo uma prática comum da polícia.

  • NÚMEROS ABSURDOS

    Deslize para o lado para conhecer a realidade dos autos de resistência em números.

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    pessoas foram assassinadas pela PM do Rio com a justificativa de "auto de resistência" desde 1997.

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    pessoas foram assasinadas por PMs do Rio que alegaram "legítima defesa", só em janeiro de 2018.

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    Cinco pessoas assassinadas por dia, pela PM do Rio, em janeiro de 2018. Um recorde histórico.

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    dos inquéritos sobre mortes ocorridas em ações policiais acabam arquivados sem conclusão das investigações.

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    o relatório da CPI da Alerj sobre Autos de Resistência não foi votado pelos deputados.

  • "Não é lícito o emprego de força letal, não é licito tirar a vida, com base apenas na alegada resistência à prisão."

    Daniel Lozoya, Defensor Público

  • CONHEÇA OS CASOS APRESENTADOS NO FILME

  • Caso Chauan Jambre e Allan de Souza Lima, 2015

    Palmeirinha, Zona Norte do Rio

    No dia 20 de fevereiro de 2015, os amigos Allan e Chauan estavam brincando com a câmera do celular na sua rua, quando policiais chegaram atirando de dentro de uma viatura.

     

    Allan morreu na hora, enquanto a câmera do celular ainda filmava. O corpo de Allan foi posto no colo do amigo Chauan dentro da viatura.

     

    Chauan chegou a ficar preso, acusado de ter resistido à prisão, e foi algemado a uma maca do hospital. O sobrevivente luta para provar sua inocência com as imagens da câmera do celular.

  • Caso Chacina de Costa Barros, 2015

    Costa Barros, Zona Norte do Rio

    No dia 28 de novembro de 2015, Roberto de Souza, Wesley de Castro, Cleiton Correa, Carlos da Silva e Wilton Esteves voltavam de um dia de passeio no Parque Madureira quando foram assassinados por policiais militares do 41o BPM, que dispararam 111 tiros sobre o carro onde estavam.

     

    Os jovens comemoravam o primeiro emprego de Betinho, de 16 anos. Os policiais tentaram forjar a cena do crime, plantando próximo ao carro uma réplica de arma e um revólver que não era capaz de produzir tiro.

     

    Os quatro PMs estão presos, e devem ir em breve a júri popular.

  • Caso Johnata Oliveira, 2014

    Manguinhos, Zona Norte do Rio

    Johnatha foi executado, no dia 14 de maio de 2014, por um agente da UPP de Manguinhos.

     

    Johnatha tinha ido até a casa da sua avó para deixar um pavê feito por sua mãe e depois foi levar a namorada em casa. Na volta, foi morto com um tiro nas costas. No horário de saída das escolas, os policiais efetuaram disparos de arma de fogo na direção dos moradores, numa região onde havia muitas crianças brincando.

     

    O juiz do caso decidiu que o policial acusado de matar Johnatha (e que já tinha envolvimento com outros crimes) deve ser levado a júri popular, mas a defesa do PM recorreu. O recurso ainda não foi votado, e o réu continua trabalhando livre nas ruas.

     

  • Caso Eduardo Felipe Santos Victor, 2015

    Providência, Centro do Rio

    No dia 29 de setembro de 2015, Eduardo Felipe foi morto por policiais da UPP da Providência no Centro do Rio de Janeiro com um tiro à queima roupa, mesmo após o menino já ter se rendido, como contam testemunhas.

     

    Os policiais ainda colocaram uma pistola na mão do jovem e apertaram o gatilho com Eduardo já morto, caído ao solo, forjando uma possível troca de tiros, como mostram imagens de celular registradas no dia dos fatos.

  • Caso Favela do Rola, 2012

    Zona Oeste do Rio

    Durante uma operação da CORE na Favela do Rola, Zona Oeste do Rio de Janeiro, policiais atiraram de um helicóptero em direção à comunidade, matando cinco homens: Douglas Vinícius da Silva, Ewerton Luiz da Cruz Neves e outros três homens cujas identidades não foram reveladas.
     

    Ao pousar a aeronave após a operação os policiais alteraram a cena dos crimes, movendo dois corpos com lençóis, e justificaram as mortes como "auto de resistência".

     

    O caso foi todo filmado em uma câmera no capacete de um dos policiais.

     

    No entanto, os 8 policiais do Core envolvidos na ação foram absolvidos em 2017.

  • Caso Jhonata Dalber Mattos Alves, 2016

    Borel, Zona Norte do Rio

    No dia 30 de junho de 2016, no morro do Borel, Zona Norte do Rio, policiais da UPP mataram Jhonata Mattos, de 16 anos com um tiro na cabeça.

     

    O jovem tinha apenas ido comprar pipoca para uma festa na escola do irmão, quando foi assassinado. A PM alegou ter confundido o saco de pipoca com saco de drogas. O caso ainda está na fase do inquérito.

     

  • Caso Hugo Leonardo, 2012

    Rocinha, Zona Sul do Rio.

    Hugo Leonardo Silva foi executado aos 33 anos de idade, por policiais militares no dia 17 de abril de 2012, durante a ocupação que antecedeu a instalação da UPP no local.

    Hugo foi abordado por um grupo de cinco policiais (alguns do Batalhão de Choque) nas escadas de um beco próximo à sua casa, na região conhecida como “199”, enquanto descia para buscar seu sobrinho na creche. Os policiais mandaram ele parar e levantar a camisa. Apesar de ter acatado a ordem, foi efetuado um disparo contra Hugo, que atingiu a região abdominal e depois outro disparo certeiro, que o atingiu na cabeça.

    Os policiais tentaram desfazer a cena do crime, pegando um lençol numa casa próxima e enrolando o corpo de Hugo para retirá-lo da localidade. Enquanto uma parte deles saiu para pegar a viatura, os que ficaram obrigaram moradores da região a lhes ajudar a carregar o corpo até o carro.

    Assim que chegaram, jogaram-no de qualquer maneira e saíram em alta velocidade pela comunidade. O caso ainda se encontra em fase de inquérito policial e os esforços de Fatinha Silva, sua mãe, se multiplicam para que o processo judicial seja instaurado.

  • Caso Fabrício, 2014

    Guadalupe, Zona Norte do Rio.

    Fabrício foi morto com um tiro na testa quando saía de um posto de gasolina, em Guadalupe. Após Fabrício encher o tanque da moto, os policiais o perseguiram sem motivo algum, atingindo-o fatalmente.

     

    O filho de Glaucia morreu na hora, mas os policiais retiraram seu corpo do local, sob alegação de falso socorro, desfazendo a cena do crime com intuito de ocultar o homicídio. Na delegacia, eles ainda apresentaram uma pistola como se fosse de Fabrício, na tentativa de incrimina-lo, num "Auto de Resistência" fraudado.

     

    Graças ao ativismo dos familiares e às imagens das câmeras de segurança do posto, o caso chegou à mídia e a versão policial foi desmentida.

     

    Em setembro de 2015, os policiais foram denunciados e presos, tendo ficado quase um ano detidos.

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